Thursday, June 05, 2008
Wednesday, May 28, 2008

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Thursday, November 29, 2007
Tuesday, October 30, 2007
Friday, August 24, 2007
“Corajoso não é o homem que enfrenta a provocações
E sim, enfrenta o que ninguém enfrentaria.” C.Trevisan
E sim, enfrenta o que ninguém enfrentaria.” C.Trevisan
Tuesday, July 10, 2007
Pra todas as palavras que eu podia dizer agora

Pra todas as palavras que eu podia dizer agora, só diria saudade.
Por que é estranho a vida te levar pra coisas tão fantásticas e você chegar a lugares que sempre batalhou e sonhou, e assim mesmo, sentir saudades das coisas simples de antigamente.
Acho que estou dizendo isso por que abri um dos meus cadernos de letras, onde vou brincando de compor, onde vou colocando as idéias sem preocupação e percebi uma coisa triste pra mim...os cadernos tinham letras de amigos meus, parceiros de músicas, amigos de madrugadas e tardes de inspiração e que saudade isso me deu.
Não sei se é falta de tempo, se sobra coisas pra resolver ou sei lá o que, mas faz tempo que isso não acontece mais.
Tardes de sol na sacada, com cerveja e violão, madrugadas no apê do camarada com vinho barato e piadas nem tão engraçadas. De todas as palavras que eu poderia usar agora, usaria saudade, talvez até pra dar valor aos próximos encontros, valor as próximas letras que ficaram nos cadernos.
Poxa, que São Jorge ilumine a cabeça dos camaradas que se curtem e tem vontade de fazer coisas em comum.
Acho que vou fazer uma promessa, pra ver se todos, “todos” os meus amigos façam musicas comigo, deve ser muito bom né? Ter um caderno cheio de parcerias, e uma sacada cheia de cervejas pra recolher.
De todas as palavras de um caderno cheio de idéias, a única que sobrou foi saudade?
Talvez não, talvez tenham sobrado também, mais significados as palavras, para podermos escolhe-las melhor agora.
Se for só saudade que restou, vou ter que mudar isso.
Trevisan 10/07/07 15:42
Por que é estranho a vida te levar pra coisas tão fantásticas e você chegar a lugares que sempre batalhou e sonhou, e assim mesmo, sentir saudades das coisas simples de antigamente.
Acho que estou dizendo isso por que abri um dos meus cadernos de letras, onde vou brincando de compor, onde vou colocando as idéias sem preocupação e percebi uma coisa triste pra mim...os cadernos tinham letras de amigos meus, parceiros de músicas, amigos de madrugadas e tardes de inspiração e que saudade isso me deu.
Não sei se é falta de tempo, se sobra coisas pra resolver ou sei lá o que, mas faz tempo que isso não acontece mais.
Tardes de sol na sacada, com cerveja e violão, madrugadas no apê do camarada com vinho barato e piadas nem tão engraçadas. De todas as palavras que eu poderia usar agora, usaria saudade, talvez até pra dar valor aos próximos encontros, valor as próximas letras que ficaram nos cadernos.
Poxa, que São Jorge ilumine a cabeça dos camaradas que se curtem e tem vontade de fazer coisas em comum.
Acho que vou fazer uma promessa, pra ver se todos, “todos” os meus amigos façam musicas comigo, deve ser muito bom né? Ter um caderno cheio de parcerias, e uma sacada cheia de cervejas pra recolher.
De todas as palavras de um caderno cheio de idéias, a única que sobrou foi saudade?
Talvez não, talvez tenham sobrado também, mais significados as palavras, para podermos escolhe-las melhor agora.
Se for só saudade que restou, vou ter que mudar isso.
Trevisan 10/07/07 15:42
Wednesday, March 21, 2007
Propaganda ou propagando?
Pois é, sem querer fui comprar um presente p/ minha prima Olívia que amo e acabei comprando um presente p/ mim... o CD do Moska Tudo de Novo de Novo, sem fazer muita propaganda mas já fazendo e foood- s... Como é bom ter caras que te fazem ouvir o cd atentamente a tudo, sem parar.
O que me fez comentar no meu Blog é o fato de que compor é uma função ingrata, às vezes nem um pouco incentivadora, pois você pode se dedicar horas a escrever qualquer letra, e as palavras apenas “fogem em disparada” (frase do compositor que conheci a pouco tempo que me cativou muito chamado Mauri de Noronha que me fez chorar com um dos seus poemas).
Você fica horas brigando com a caneta e nada, nada mesmo, e quando escreve alguma coisa, se sente ridículo por escrever tais bobagens que se arrepende de imediato de ter idéias tão manjadas! “ nossa que coisa clichê” “ que brega Trevisan” etc etc
Voltando ao Moska, o cara é do tipo Lenineastico, que você ouve e começa a falar: “por que não pensei nisso antes?”(frase de Itamar Assumpção), e te faz querer escrever imediatamente, o cara sem querer te trás idéias, te da ar, te renova as esperanças de não ser clichê, não ser bobo, daí você até pensa: “poxa, tem gente que pensa como eu!”.
Compor é estar conectado, vai saber se com algum guia ou o mundo, mas estar sensível ao seu redor. Tudo pode ser tema e trama, toda a rima esta ai, jogada a todo o momento, você só precisa estar na freqüência certa p/ poder percebe-la.
Temos que ver poesia no arros com feijão “ frase de Fernando Anitelli que nas nossas colaborações literárias, faço minhas”.
Desculpa se esse tema é desinteressante ou puxa sardinha pra alguém, não ganho nada com isso, mas...
Como é bom ouvir alguém que leva música como sua vida!
Eu levo a vida com essas músicas agora!!!
O que me fez comentar no meu Blog é o fato de que compor é uma função ingrata, às vezes nem um pouco incentivadora, pois você pode se dedicar horas a escrever qualquer letra, e as palavras apenas “fogem em disparada” (frase do compositor que conheci a pouco tempo que me cativou muito chamado Mauri de Noronha que me fez chorar com um dos seus poemas).
Você fica horas brigando com a caneta e nada, nada mesmo, e quando escreve alguma coisa, se sente ridículo por escrever tais bobagens que se arrepende de imediato de ter idéias tão manjadas! “ nossa que coisa clichê” “ que brega Trevisan” etc etc
Voltando ao Moska, o cara é do tipo Lenineastico, que você ouve e começa a falar: “por que não pensei nisso antes?”(frase de Itamar Assumpção), e te faz querer escrever imediatamente, o cara sem querer te trás idéias, te da ar, te renova as esperanças de não ser clichê, não ser bobo, daí você até pensa: “poxa, tem gente que pensa como eu!”.
Compor é estar conectado, vai saber se com algum guia ou o mundo, mas estar sensível ao seu redor. Tudo pode ser tema e trama, toda a rima esta ai, jogada a todo o momento, você só precisa estar na freqüência certa p/ poder percebe-la.
Temos que ver poesia no arros com feijão “ frase de Fernando Anitelli que nas nossas colaborações literárias, faço minhas”.
Desculpa se esse tema é desinteressante ou puxa sardinha pra alguém, não ganho nada com isso, mas...
Como é bom ouvir alguém que leva música como sua vida!
Eu levo a vida com essas músicas agora!!!





